ALMINHA MINHA

 
 
O-pai-misericordioso-e-os-dois-filhos
Paulo Zifum
 
Alma confusa, quase penada
Estás tão sofrida  e tão desanimada
Estás um pouco carente e bem adoentada
E também tão medrosa e muito inquietada
Talvez porque os respingos impuros de sua vida pregressa 
Ainda lembrem as trevas de sua anatomia
Eras alma odiosa e porque não sebosa
Eras tão egoísta, infiel e jocosa
E cheia de vícios, de vaidade e maldosa
Alma, alminha
Não olhes tanto pra trás
Olhe só até a Cruz
E aquiete sua culpa
No perdão de Jesus
Seja só alma minha
Seja sempre segura
Seja livre e serena
Sob o Sangue que cura
Seja calma e descanse
Seja pura e constante
Seja boa e amiga
Seja útil e fiel
Como quem volta ao céu
E ainda que sofrida
Tão confusa e atingida
Nesse mundo de perigo
O Espírito está contigo
E sob o sangue do Cordeiro
Fale, cante ao mundo inteiro
Que o passado foi remido
Teu presente faz sentido
E o futuro está garantido
Vai minh’alma e vigia
Destemida e limpinha
Siga sempre alma minha
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