A Honra e o Ódio

Sem título

Paulo Zifum

               “Era uma vez um caso de amor impossível. Uma adolescente chamada Honra apaixonou-se por um jovem chamado Ódio. Os pais de Honra a resistiram, mas ela parecia enfeitiçada. Como veio a cair doente, permitiram que o rapaz a visitasse no hospital. Ódio era um rapaz educado e trabalhador e visitou Honra todos os dias. Depois de um tempo, a moça recebeu alta e, em casa, pediu para ver Ódio. O pai, Sr. Zêlo, era um homem cuidadoso com a filha, e não permitiu a visita. Mas, o rapaz, todos os dias, aparecia na porta para entregar flores e doces. Dona Firmeza, mãe de Honra, recebia o jovem no portão e dava notícias. Honra piorou. Sr. Zêlo tomou coragem e perguntou à filha sobre seus sentimentos pelo rapaz. Pálida, a garota disse que só queria vê-lo a última vez. Dona Firmeza saiu para chorar. O pai ficou vigiando o portão à espera de Ódio, mas ele não apareceu naquele dia. Honra não resistiu e morreu” 
 
          
        
Anúncios

2 comentários sobre “A Honra e o Ódio

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s