ERRO DE NAAMÃ parte 2

Paulo Zifum

Em II Reis 5, confirmamos que o ser humano, na busca de solução para o seu problema, ainda tropeça em seu orgulho. Esse orgulho multiplica partidos, ideologias e guerras. A humanidade tem um tipo de “lepra” que a faz preferir ser destruída a ser transformada. O erro de Naamã é clássico. A situação pedia humildade. Quando Eliseu tratou o distinto general de modo comum (aparentemente com desprezo), surgiu um conflito de relacionamento porque Naamã vivia baseado no mérito. Tudo fica tenso, no mundo todo, quando sentimos nosso valor reduzido a  um número, protocolo ou uma obrigação social. E, embora, o conflito de Naamã tenha sido com o profeta Eliseu (horizontal), a expectativa humana acaba sempre na última instância (vertical), a saber: Deus. Podemos, no planeta inteiro, ouvir um ruído de criaturas zangadas murmurando assim: “Deus, eu pensei que viria e colocaria a mão sobre minha cabeça e resolveria o meu problema”. Há uma decepção no ar. Cometemos o mesmo erro de Naamã em nossa relação com as pessoas e, consequentemente, com Deus.

 

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