POR UM TRIZ

Paulo Zifum

Tomei um tiro hoje. Foi por um triz que não morri. A bala pegou de raspão no coração. Bem na pontinha. Senti uma dó, de mim, feito uma dor. Quem atirou não mirou no peito, queria só bater na cabeça. Mas com bala não se brinca. Algumas palavras são de bronze e pólvora. Ai, que estrago! E lembro bem do dedo no gatilho. Tiro mal feito, atingiu meu peito. Caí pra trás e disse: Faz assim, não! Mas, feito foi. O que importa é que escapei de mais essa. O amor bate no peito. Ainda.

 

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