PREGUIÇA É FALTA DE FÉ

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Paulo Zifum

Aquele que furtava, não furte mais; antes trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade” (Efésios 4:28).

A preguiça é uma alternativa de vida semelhante à do ladrão. É um modo de sugar os recursos disponíveis sem contribuir com nada e com ninguém.

E qual a relação disso com a fé? Ora, a fé em Deus é um trabalho que exige esforço, concentração, cálculo de espera e, às vezes, sofrimento paciente. Fé é uma ação que pode conceder o ócio, posto que pessoas que tem fé podem ficar quietas enquanto aguardam.

O repouso sem trabalho (sem fé), porém, só é justificado em dois momentos: na vida de colo e na vida enferma.  O bebê pode curtir o preguicinha e o doente pode aceitar em paz os cuidados dispensados. Nunca pessoas depressivas ou anêmicas devem ser chamadas de preguiçosas. Mas os preguiçosos simulam bem a doença.

Preguiça não é doença. Preguiça é pecado de rebeldia, incredulidade e, em alguns casos, um requinte de maldade. Preguiçoso vai pelo caminho espaçoso e passa pela porta larga (Mt.7.13), e… o folgado nem sequer anda, pede para ser carregado. Faz aquela carinha simpática que só o bichinho preguiça sabe fazer. Vai dormindo, abusando da mãe  e do pai, dos amigos e do Estado. Deus me livre de uma vida assim!

Vamo trabalhá pessoah!

“E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. “(Jo.5.17)

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