MAU-HUMOR final

Resultado de imagem para filho mais velho do filho pródigo

Paulo Zifum

Era uma vez um pai que tinha dois filhos. O mais novo era maluquinho e o mais velho era certinho. E aconteceu o que era de se esperar: o mais novo resolve sair de casa e pede ao pai uma boa grana. O pai, que amava muito, financiou o sonho do moleque, mesmo sabendo do risco, porque quem ama se arrisca. E assim, saiu o jovem para sua aventura, dizendo: “não se preocupem, voltarei rico e vocês ficarão orgulhosos de mim”.

Só que, o composto: dinheiro na mão e  tendência imoral unida às más companhias levou aquele filho à miséria. A notícia do estado dele correu pelas redes sociais: “filho de fulano, grande empresário, foi visto mendigando pela cidade”. A família ficou sabendo de tudo com tristeza.

Quando ele se viu desesperado, resolveu voltar para casa e pedir ao pai um emprego e uma pousada num dos alojamentos de funcionários. E para sua grande surpresa, ao voltar, o pai o recebeu com amor, fazendo uma grande festa de perdão.

O filho mais velho havia viajado para cuidar dos negócios e nada sabia do ocorrido. Quando chegou, tomou ciência: seu irmão não recebera nenhuma penitência. Pelo contrário, foi recebido como se não tivesse feito nada. Aquilo azedou seu coração. E tanto, que não quis entrar em casa. Ficou do lado de fora muito aborrrecido.

O pai, sabendo dessa revolta, foi explicar ao filho mais velho o que se passava em seu coração de pai, mas, descobriu o que se passava no coração daquele filho, que disse: “Não vejo justiça e não vejo coerência em fazer festa para alguém que não merece. Esperava punição. Eu tenho sido fiel, trabalho dobrado e o que recebo, um sanduíche de “muito obrigado”? Pai, o Senhor não festeja minha vida”.

(paráfrase de Lc.15)

Aplicação moral da história: Pessoas mau-humoradas não perdoam e são incapazes de se alegrar com o outro que se dá bem. Pessoas mau-humoradas são as mais carentes e fazem as coisas esperando reconhecimento. Pessoas mau-humoradas näo entram na festa do perdão, e, consequentemente, não vão para o Céu.

Esperança para os azedos: Se você tem sido uma pessoa mau-humorada, mas deseja abondonar esse estilo de vida (ou morte), então faça algo bem simples descrito em 1Jo.1.9, depois siga a orientação de Tg.5.17, e, pronto.

*Foto: Não sei quem é o autor da pintura. A tela capta como a pessoa mau-humorada fica enquanto o amor está acontecendo.

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