CONFUSÃO DAS AFEIÇÕES

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Paulo Zifum

Quem nunca confundiu desejo egoísta com amor? É uma chama que arde no peito e alguns não sabem distinguir a afeição nobre do amor com o desejo de possuir o outro. E quando negociamos valores ou os  confundimos, não amamos. E, ainda mais, quem venera um objeto, não necessariamente, o ama. Há suspeitas nas afeições e, até uma mãe pode desejar mais a afeição de um filho que a felicidade dele.

Essa dúvida é um convite, não à descrença em nossos sentimentos, mas à humildade. Não somos capazes de atribuir para cada objeto o grau de amor que lhe é apropriado. Quem poderia dizer que suas afeições são todas bem direcionadas por um juízo de valor sempre justo?

Mas, graças a Deus, na pessoa de Jesus Cristo, podemos receber o Espírito Santo! E, ele opera a redenção de nossas afeições, corrigindo nossas distorções, nos direcionando a um caminho sobremodo excelente, onde nossos desejos podem vislumbrar o Sublime. Nessa esperança, temos o ordo amoris do qual falou Santo Agostinho.

*Foto: Em nosso coração, as afeições formam valores.

 

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