A MORTE DO ENTE QUERIDO

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Paulo Zifum

A companhia das pessoas a quem amamos pode nos ser tirada a qualquer momento. E essa é uma realidade que não gostamos de tratar nem em pensamento. Mas, toda pessoa sã precisa, em algum momento orientar suas emocões quanto a esse medo.

A perda de um ente querido é a face mais gélida da morte e a dor pode ser insuportavél se não houver nenhum tipo de preparo.

E qual seria o preparo?

Amar as pessoas em Deus! Essa é a sugestão de Santo Agostinho. É como fazer um abraço grupal, apertando a pessoa amada a si, juntamente com Deus. Quando sentimos que Deus faz parte de nosso círculo de amor, podemos tratar com Ele o assunto da separação, não em tom de briga acusando-o de insensibilidade, mas como carentes de ajuda.

Quando o amor entre pessoas coloca Deus à margem, a perda pode trazer um sofrimento desproporcional, desorientando o curso da vida por anos a fio. O ressentimento temporário é aceitável e a desordem emocional é natural, porém, algumas pessoas entram num tipo de limbo existencial e deixam os vivos sem uma gota de amor. A morte pode levar o ente falecido, mas deveria levar os vivos também?

Ame as pessoas em Deus! Segure-as bem apertadas em seu peito, mas puxe Deus para bem perto também. Porque o calor do ente amado que partiu pode esfriar, mas o de Deus, jamais.

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