PERGUNTE E MORRA

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Paulo Zifum

Tenho dificuldade de pedir que me avaliem. Tenho horror quando alguém ameaça que vai apontar meus defeitos, nessa hora, tenho vontade de polarizar um outro assunto ou sair correndo. E nada mais desconfortável que ser julgado sem seu consentimento. Mas, nenhum pecador pode evitar isso.

Em contrapartida, por que sou diligente para corrigir as falhas dos outros? Sou negligente para ouvir uma crítica contra mim. Porque falar dos outros, nada me custa, o faço sem que ninguém me peça opinião. Mas, preciso fazer um esforço descomunal para permitir que outros me ensinem ou exortem. Sou, no mínimo, uma pessoa preguiçosa. Talvez porque subir e escalar sejam atividades dos bravos e guerreiros.

Essa minha natureza covarde precisa tomar a Cruz. Porém, me afasto do cálice como se possível fosse. Mas, não! Não continuarei assim. Não posso pedir ajuda a Deus para preservar minha vida. Farei a pergunta! Se morrer, morri! Se, não, continuarei tentando, porque sei que a vida, a verdadeira, está depois dessa morte.

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