EFEITO BOLSONARO

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Paulo Zifum

Deus usa instrumentos que despertam as paixões para julgar os corações. O presidente Bolsonaro tem sido um divisor na história do Brasil. Parece que as amenidades do homem ligth serão substituídas e abre-se espaço novamente para o homem honesto. 

Com o emponderamento do pensamento de direita (cujo capital moral é cristão e de viés econômico protestante), os defensores das ideias de esquerda tem a oportunidade de mostrar em que acreditam exatamente. E há uma saudável dúvida nacional: quem é a maioria no Brasil hoje?

Estamos vivendo um momento empolgante!

Tudo parece mais claro. Se você está acompanhando as notícias deve ter percebido que o jornalismo nunca foi tão julgado e os políticos tão provados no fogo. E o que dizer da Justiça? Parece que ela, mesmo cega, está perto de assumir o protagonismo do palco jurídico  removendo de cena a dona cabaré da impunidade. O Brasil está ficando sério e, até os humoristas estão sendo enquadrados pela máxima que ninguém está acima da lei, nem o bufão de direita nem bobo da corte destituída da esquerda.

O cenário político nunca mais será o mesmo com whatsapp, facebook, youtube, twiter e instagram. As grandes mídias ainda conseguem publicar dúvidas, mas o povo não confia sem pesquisar. Tudo está muito diferente.

O “efeito Bolsonaro” tem desconstruído narrativas envernizadas daqueles que se achavam representantes legítimos do pobre, da mulher, dos oprimidos e da ecologia. Descobriu-se até que, muitos desses representantes eram raposas cuidando do galinheiro.

E o Bolsonaro levantou-se como o novo defensor, mas nenhum presidente na história de nossa tenra República enfrentou em 100 dias de início de governo tanta oposição. E no caso dele, sobreviver é um heroísmo.

O novo governo é potente, mas assim como um avião pesado não sobe sem a resistência do ar, Bolsonaro e sua equipe jamais conseguiriam fazer o que fizeram em 100 dias se não fosse a oposição política e midiática. Parece que, quanto mais desprezam e pisam em tudo o que intentam, mais conseguem realizar. Temo que a oposição descubra e pare de se opôr, como fez o centrão da direita em 2006 abraçando o dito “quando não se pode com eles, junte-se a eles”. Porém, o cenário está favorável do jeito que está.

O Brasil está indo bem, no rumo certo, mas os “perebas” negam, o que é de se esperar. Os “perebas” deixam claro que só é “bolsa-família” se eles estiverem com a bolsa, se outros distribuírem, então, é “bolsa-farelo”. Mas, é assim que tem de ser.

Pareço, mas não sou bolsonarista. Votei no Lula em 2002 sem ser lulo-petista. Mudei de ideia quanto ao voto em 2005. Votei no atual governo, porém, não ofereço apoio acrítico a Bolsonaro. Sei que ele tentando acertar cometerá erros, mas, no momento, ele tem o apoio de milhares de homens e mulheres de bem. Assumo meu erro com Lula, e, espero estar certo desta vez.

Como cristão, creio num Deus Soberano que usa instrumentos improváveis, vasos desprezados e gente não muito indicada para provocar mudanças no mundo. Com Bolsonaro, espero que a misericórdia de Deus nos visite. Pelo menos os “efeitos”, até aqui, são de esperança.

 

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