FILOZIFUM

PORQUE PRECISAMOS OUVIR PREGAÇÃO 
 
Pelo crescimento gradual da fé.
Ouvir a Palavra de Deus, pregada do modo fiel ao texto sagrado,
traz a informação que o ser humano precisa
para exercer sua fé sobre a base segura do caráter de Deus.
Ouvir as histórias dramáticas e intrigantes da relação de Deus com seu povo
forma a opinião correta de que há uma regra que
se repete por toda a história da redenção,
que revela o amor do Criador e a resposta ingrata e rebelde da criatura.
A história bíblica, uma vez compreendida, traz uma visão correta de Deus,
onde Ele é visto como o soberano que permite o mal, pune o mal e livra do mal.
 A maioria das pessoas não entendem como Deus
puniu o mal na Cruz de Seu único Filho
e como a morte de Jesus é o único meio de nos livrar do mal.
Essa compreensão dá equilíbrio ao ser humano
em sua finitude e relação com o sofrimento.
Ouvir a doutrina bíblica sobre o senso de moral e justiça
dá opção ao ouvinte crédulo que vive num mundo individualista e materialista.
Ouvir a pregação da Bíblia, de modo frequente, cerca o ouvinte de cuidados.
Isso se não for um ouvinte negligente.
Ouvir a pregação de modo indolente
acarreta numa piora quase irreversível de indiferença,
razão pela qual o cristianismo é tão difamado pelos próprios confessos da religião.
Mas, se ouvirmos a pregação com o coração disposto, cresceremos espiritualmente.
Esse crescimento não se dará de modo mágico
como alguns pastores mascates oferecem,
prometendo “saltos” de libertação e progresso.
O crescimento decorrente da pregação bíblica se dá modo gradual,
onde a fé é edificada com a exposição séria e profunda da Escritura.
O ouvinte é exortado a abandonar velhas ideias,
é confirmado no Evangelho da Graça de Jesus Cristo
e consolado com as promessas que apontam que sua vida está escondida em Cristo
e que esse mundo não lhe oferecerá o que sua alma só encontrará em Deus. 
A pregação deve ser estimada em alta conta pelos crentes,
que devem ser gratos pelos pregadores que trabalham com primor e zelo.
Deus lhe conceda um lugar, para que, indo, ouça de modo pleno e fiel Sua Palavra Eterna
 
 
 
 
 
 
VAMOS CRIAR UMA LEI LEGAL
 
Oliver Wendell Holmes Júnior tinha um pensamento legal
Era um cara legal e fundou o Pragmatismo Legal
Holmes fez amizade mental com outro cara legal chamado Herbert Spencer
Abraçaram a ideia legal de que entre grupos de interesse que concorrem
aqueles que forem mais fortes devem prevalecer, não importa qual o interesse
No âmbito jurídico, essa ideia funciona como uma espécie de darwinismo social
Os juízes devem escolher o que for mais adequado aos interesses sociais
Esse Holmes era um cara muito legal e deixou os magistrados mais leves
Ele sugeriu que as leis devem seguir a evolução dos costumes 
Isso é muito legal e não é ditadura. Certo?
Os juízes ficam livres para mudar as leis conforme o que funciona melhor
Holmes disse:
“A história nos liberta e nos capacita a compor nossa mente sem preconceitos”
É claro que esse “nos” a que se refere não é o indivíduo comum
Ele fala de quem manda, quem  revoga e cria novas leis 
Mas…
Pera aí…
Se a lei é o fim social que o juiz deseja, então…
Ditado está
E isso não é tão legal assim. 
Muitas leis que antes eram consideradas de ordem moral universal
foram mudadas em resposta à demanda de um grupo de interesse
de um determinado local limitado à sua cultura e momento histórico
É um tipo de filosofia de “pão e circo” disfarçada de compaixão
O Brasil segue essa escola analítica de jurisprudência
onde a plausibilidade ou a engenharia social com suas estatísticas
influenciam o que  Joaquim ou Lewandowski acharão legal
Os projetos de lei na Câmara e Senado dificilmente tendem a voltar ao passado
onde sociedades construíram as bases da leis morais universais e imutáveis
a tendência é criar novas leis numa incessante busca pelo eleitorado
Parece-nos que essa dinâmica existencialista de criar algo que seja legal
é a nova ditadura do legislativo e uma mutação de caudilhisno darwiniano
Nem eu estou entendendo isso direito
Mas, tenho certeza que isso é suspeito
 
 
 
REFÚGIO DA LETRAS
 
 
O papel aceita tudo. Tudo.
Essa máxima, aplicada à terapia de escrever,
proporciona um ambiente de fé e alegria.
Quando uma pessoa está muito triste e sabe escrever,
 ela pode criar um refúgio de letras.
Quem fazia assim era o Rei Davi, escritor de Salmos.
Ele tratava seus medos e frustrações
descrevendo de modo cruel o estado de sua alma.
Essa terapia funciona por causa da liberdade que o papel proporciona.
Com o papel podemos subir do vale, antever os platôs,
beber no deserto, prevalecer sem força ter.
Escrevendo podemos resgatar a beleza, reflorestar bosques queimados.
Podemos criar um tribunal e respeitar todas as leis infringidas.  
Por meio das letras podemos construir pontes,
levantar muros e nos cercar de fortalezas.
Mas, tudo isso, embora terapêutico e incrivelmente orientado,
ainda assim é muito frágil,  
porque  as portas das ideias boas não podem ser mantidas o tempo todo.
Os inimigos da alma não dão trégua e, temos dentro de nós,
de nossa fortaleza, o ego que nos trai.
Ele é um covarde e muito cobiçoso. 
Por isso, Davi, ao escrever, fazia sim um refúgio de letras,
mas não de desabafos ao vento, mas verdadeiras orações a Deus.
Ele pedia a Deus que o livrasse do coração orgulhoso e bandido
Ele reclamava da condição humana, mas a Deus
Ele sonhava com o socorro de Deus
Isso fazia toda a diferença
Davi apresentava as ideias diante daquele que
podia sustentar todas as coisas.
Davi aprendeu a se expressar  e a se confessar
Felizes os que usam a escrita para buscar essa redenção
Felizes os que escrevem em busca dessa proteção
Escrever é um refúgio. 
E quem põe em Deus sua confiança, não apenas tem refúgio
mas fica, de fato, seguro
 
 
 
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3 comentários sobre “FILOZIFUM

  1. Realmente!!!!conseguir colocar no papel, de uma maneira coerente e racional todo o caus mental que vivemos, só para os fortes !!!!!Dom maravilhoso que eu gostaria muito de ter.

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