GABOLICE

Sem título

Contei. Disse com gosto o bem que fiz e não economizei elogios ao feito. A maçã do meu rosto não disfarçou o orgulho. Eu parecia feliz e seguro. Mas, minha esposa percebeu a propaganda e depois me contou a gabolice toda.  Senti-me um tolo. Pior. Um traidor! Fiz um propósito como quem faz dieta: não contarei vantagem. Mas, caramba! Durante as conversas aquelas “bandejas de gostosuras” passam e a gente cai em tentação elogiar a si mesmo e, quando vai ver, já se empanturrou de vaidade.

Não te felicites pelo dia de amanhã, pois não sabes o que o hoje vai gerar. Seja outra pessoa quem te elogie, e não a tua boca; um estranho e não tuas próprias palavras!” Pv.27.1-2

 

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